PUNHO Exercícios Fratura do Rádio Distal AMPLITUDE DE MOVIMENTO Clínica Fisioterapia Dr Robson Sitta

PUNHO Exercícios Fratura do Rádio Distal AMPLITUDE DE MOVIMENTO Clínica Fisioterapia Dr Robson Sitta

outubro 26, 2018 0 Por Funciona.info info

▼CLÍNICA de FISIOTERAPIA DR. ROBSON SITTA
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FISIOTERAPIA ESPECIALIZADA em ORTOPEDIA & TERAPIA MANUAL
Pós Operatório Fratura do Rádio Distal do Punho
Exercícios para Ganho de Amplitude de Movimento ADM domiciliar com a Técnica de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva PNF

A Fratura de rádio distal mais conhecida como fatura do punho é bem comum de se acontecer e simples de ser tratado.

3% das fraturas que ocorrem no corpo
Incidência alta (muito comum) com números de estatísticas americanas com mais de 640.000 casos por ano.
Ocorre mais em 2 populações:
Dos 5 aos 24 anos – geralmente homens – traumas de alta energia (quedas de altura/ queda de moto e bicicleta/ acidente automobilístico/ prática do esporte – queda).
Idosos (acima de 60 anos) – geralmente em mulheres (pelo fator de risco da osteoporose) – traumas de baixa energia (queda da própria altura – tombo)

Opções de Tratamento
As principais formas de tratamento são essas:

Primeiro exemplo mostra um gesso (tratamento não cirúrgico).
Segundo mostra fios de aço (kirshner) que são inseridos por cirurgia e geralmente colocados de forma percutânea.
Terceiro mostra um fixador externo que é usado para casos específicos.
Quarto utilizando placas que é um método de fixação abrindo o foco de fratura para estabilização.

O que é importante saber se tenho uma fratura do radio distal?
Quais os fatores que influenciam no tratamento
Existem 5 fatores preponderantes para definir o tratamento:
Idade maior 60 anos
Se a fratura é articular
Se a fratura é tem outra lesão associada (exemplo uma fratura da ulna)
Se o Angulo de deslocamento do radio esta muito alterado mesmo após uma redução.
Se existe fragmentação da parte dorsal do radio distal ( o que da sustentação ao osso). Isso também determina um prognóstico ruim para deslocamento dorsal.

Mas como funciona o tratamento sem cirurgia?
Em geral fica uma tala ou gesso da axila ao punho por 4 semanas (que mantém o cotovelo imobilizado também) e após substitui-se esse por uma tala antebraquiopalmar por 2 semanas.

O tratamento em geral dura 6 semanas. Alguns casos podem ter duração menor. Retorno as atividades simples (ex: como dirigir, lavar uma louça, ou outras que não exijam força), sem o uso de tala em geral é permitido a partir da 6 semana. Pode ocorrer antes dependendo do caso. Exercícios vigorosos geralmente são liberados a partir das 12 semanas do tratamento.

E o tratamento cirúrgico? Como funciona?
Pode ser realizado com os seguintes materiais:

Placas e parafusos
Fios de aço
Fixador externo
Cada caso tem sua indicação. Apesar de os resultados entre a placa e o fixador serem muito similares há vantagens e desvantagens de cada método